O meliponicultor Mario Tessari de Jaguaruna -SC publicou recentemente um livro infantil tendo as abelhas nativas como tema.
As Amigas Miúdas Que Fazem Mel Sem Ferroar, conta a história de Asefe, um menino diferente da maioria das crianças da atualidade, pois ao contrário dos amigo não é alucinado pela tecnologia, mas sim, muito vidradado na natureza, em especial os bichos pequenos que vivem livres. Ao invés de ficar horas no computador envolvido em jogos, o que gosta mesmo é pequisar sobre as pequenas criaturas da natureza.
Assim, foi com muita alegria que o pequeno Asefe recebeu da mãe, a notícia de que iria passar um feriado no sítio do avô, onde poderia ficar observando os insetos.
Foi neste passeio que surgiu a paixão do menino pelas abelhas nativas. Ao perceber a fascinação do neto pelas abelhas jataí, o Vozé prometeu leva-lo para conhecer um velho barbudo que vive próximo a uma floresta criando diferentes espécies de abelhas nativas.
É contando as aventuras melipônicas do Asefe na residência do antigo criador, que Tessari de forma leve e não cansativa, vai passando para os leitores informações sobre a abelhas sem ferão.
É um livro que tende a agradar a crianças pois além de agradável leitura, as ilustralções de Douglas Silva
proporcionam uma participação ativa dos pequenos leitores colorindo as ilustrações.
Ao terminar a leitura eu já estava imaginando continações da aventura do pequeno Asefe, quem sabe já criando a suas próprias abelhas. E esta é a idéia dos idealiadores do projeto.
A convite deste blog, Mario Tessari escreveu um texto que publicamos abaixo, comentando sobre o obra
As Amigas Miúdas Que Fazem Mel Sem Ferroar, conta a história de Asefe, um menino diferente da maioria das crianças da atualidade, pois ao contrário dos amigo não é alucinado pela tecnologia, mas sim, muito vidradado na natureza, em especial os bichos pequenos que vivem livres. Ao invés de ficar horas no computador envolvido em jogos, o que gosta mesmo é pequisar sobre as pequenas criaturas da natureza.
Assim, foi com muita alegria que o pequeno Asefe recebeu da mãe, a notícia de que iria passar um feriado no sítio do avô, onde poderia ficar observando os insetos.
Foi neste passeio que surgiu a paixão do menino pelas abelhas nativas. Ao perceber a fascinação do neto pelas abelhas jataí, o Vozé prometeu leva-lo para conhecer um velho barbudo que vive próximo a uma floresta criando diferentes espécies de abelhas nativas.
É contando as aventuras melipônicas do Asefe na residência do antigo criador, que Tessari de forma leve e não cansativa, vai passando para os leitores informações sobre a abelhas sem ferão.
É um livro que tende a agradar a crianças pois além de agradável leitura, as ilustralções de Douglas Silva
proporcionam uma participação ativa dos pequenos leitores colorindo as ilustrações.
Ao terminar a leitura eu já estava imaginando continações da aventura do pequeno Asefe, quem sabe já criando a suas próprias abelhas. E esta é a idéia dos idealiadores do projeto.
A convite deste blog, Mario Tessari escreveu um texto que publicamos abaixo, comentando sobre o obra
AS AMIGAS MIÚDAS QUE FAZEM MEL SEM FERROAR nasceu de uma ideia fecundada durante a visita que recebi do José Halley Winckler.
Tínhamos – e ainda temos – a consciência de que uma das dificuldades para obter um bom desenvolvimento da Meliponicultura é o pouco conhecimento que a população em geral tem sobre o assunto. Para superar essa barreira, pensamos abrir caminho através das mentes das crianças e dos jovens que ultimamente se mostram preocupados com a triste situação a que está relegado o meio ambiente do nosso planeta.
Compartilhamos esse desejo com mais alguns meliponicultores e firmamos esperança de que seria possível escrever um livro voltado especificamente para o público infanto-juvenil. O Winckler queria foco fixo em uma determinada idade, que estivesse entre os 7 e os 17 anos; eu, mais ousado (e romântico), queria escrever para cada ‘criança’ que habita as pessoas que estão entre 3 e 92 anos de idade.
Casando nossas ideias e pesquisando sobre a linguagem adequada para esse público, fui formando uma lógica de como deveria ser o texto. Daí, escrever foi fácil. A dificuldade é encontrar ilustrador. Eu sou garatujento, apenas. Desenho muito mal. E tinha mais uma exigência: o ilustrador deveria entender, ao menos um pouco, de abelhas-sem-ferrão.
Foi um ano de esperas frustradas, de pesquisas gráficas, de vontades de abandonar o sonho. A capa, então, foi uma luta contra o exibicionismo dos pretensos ‘artistas gráficos’. Finalmente, descontratei o profissional, assumi a tarefa e trabalhei em mais de 100 ensaios, até chegar à imagem que foi impressa sobre a capa.
Assim, depois de um ano de gestação, o pequeno livro está viajando pelo Brasil, para ser apreciado e analisado por meliponicultores e por todos os que lutam por melhores condições de vida neste planeta. Essa edição foi por minha conta: trabalho, dinheiro e riscos. Se valer a pena, poderão ser escritos, formatados, impressos e distribuídos os demais livros do projeto original, que era editar de 5 a 7 deles, seguindo os passos da aprendizagem de Asefe sobre técnicas em meliponicultura.
Estou disponibilizando o texto para quem quiser reimprimir – como está ou com outra capa e com outras ilustrações –, bem como me proponho escrever os textos das etapas seguintes do projeto. Porém, eu ficaria com a responsabilidade de escrever o texto, apenas. As pessoas e as instituições interessadas podem entrar em contato comigo: mariotessari@gmail.com, mariotessari@ymail.com. 





